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Qui, 28 de Janeiro de 2010 00:00 |
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Foram das prateleiras mais baixas das livrarias que vieram os bons exemplos. Isso porque foi o segmento infanto-juvenil que impulsionou a venda de livros no Brasil em 2009. Com o lançamento de séries voltadas aos adolescentes, como a saga Crepúsculo, de Stephenie Meyer, um novo público leitor passou a frequentar mais as livrarias. Assim, o setor registrou um crescimento de 9,73% em relação ao ano anterior, segundo relatório da Associação Nacional de Livrarias (ANL). A pesquisa foi feita em 45 redes de livrarias, em 410 lojas em todo o país.
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Ter, 26 de Janeiro de 2010 09:59 |
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Por Sophie Hardach
LA CHATRE, França (Reuters) - Em meio aos campos largos e planos do centro da França, uma equipe de funcionários treinados e de especialistas em informática está preparando a herança literária da Europa para a era digital. Em termos menos grandiosos, eles ganham a vida virando páginas.
A empresa para a qual trabalham, a Safig, é uma das poucas na Europa a digitalizar livros, usando tanto funcionários humanos quanto sistemas automatizados para virar as páginas. Isso dá a ela posição central no plano da França para uma imensa biblioteca online e em suas tentativas de negociar um acordo sobre livros digitais com o gigante norte-americano da Internet Google.
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Ter, 26 de Janeiro de 2010 09:49 |
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A partir deste ano, a Fundação Biblioteca Nacional (FBN), no Rio de Janeiro, terá o arquivo turbinado. Com a Lei Nº 12.192, sancionada semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, toda obra musical lançada no mercado nacional terá cópia correspondente no acervo. Serão CDs, DVDs e partituras musicais dísponíveis para consulta pública, servindo como fonte de pesquisa, divulgação e preservação da memória musical brasileira
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Seg, 25 de Janeiro de 2010 09:50 |
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No comando do maior Conselho de Biblioteconomia do País, Evanda Verri Paulino, a presidente do CRB, que reúne os 8 mil bibliotecários paulistas, defende um novo papel para as bibliotecas e adoção de um modelo híbrido, que integre as unidades municipais, comunitárias e escolares para atender melhor tanto os estudantes como as comunidades em seu entorno. Para ela, que também é professora de Biblioteconomia e Ciências da Informação na Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP), as bibliotecas devem funcionar cada vez mais como uma espécie de agência educadora e laboratórios de informações. Em entrevista exclusiva à Brasil Que Lê, Evanda defende um papel mais amplo das bibliotecas nas políticas públicas do livro e leitura e faz uma advertência: no Brasil, de acordo com ela, além dos problemas de estrutura, as bibliotecas escolares estão atrasadas pelo menos 20 anos.
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